Wednesday, April 05, 2006

Delírios.

Do momento em que levantei para estar aqui escrevendo, atendi às inúmeras solicitações que qualquer ato requer, nessas o assunto original costuma desaparecer. Mas desta vez resultou o suficiente para recuperar a linha geral do delírio.

Sim. Rejubile-se. Optei pelo delírio mais ou menos livre. Se isso não interessa, pelo menos diverte. Uma curtição típica de aeroportos. Como fico deste lado da linha de produção dos acontecimentos, não tens nem o trabalho de pensar a bobagem, faço isso por ti. Embora a desordem em meus pensamentos, conversando face a face certamente o resultado total da comunicação, a um nível de troca de idéias, seria pior do que esse que resulta de tua mudez inescapável. Tu não podes me interromper, nem mesmo para concordar. Tu só podes parar de ler. Mas em querendo conversar...

Aqueles diálogos de romance... Impossíveis. E o fio da meada foi-se. Mas volto a insistir que sentei aqui com um propósito específico e tinha algo que pareceu intimamente ligado a nossa percepção das coisas. Algo que ligava o cosmo ao arroz com lingüiça cuja ingestão vou providenciar agora. Não estava ótimo, mas alimenta igual.

Espécies ocupam seu nicho ecológico através do número de indivíduos até um limite que “eras” regulam. Grande parte, senão a maioria das convulsões social resultou em sistemas que permitiram alimentar mais gente, procriar mais, mais rapidamente, mais eficientemente. O próximo drible no ajuste será criar gente em confinamento. Conforme técnicas desenvolvidas no século passado, melhor que entrem no estábulo sorrindo. Vendo tv será melhor ainda. Transferência de renda cheira a isso, democracia implica nisso.

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