Vezes tem que dá uma vontade sem propósito de escrever. De fazer isso apenas porque sei fazer. Não é como cortar a grama. Nada encheu que tenha de extravasar, muito menos transbordar. O que escrevo fica, mas nem é por isso. Não sei. Essa é a verdade. Não estou inspirado como quando tenho de entregar o sentido a qualquer outra coisa que pode até ser um eu interior (que a mim não se apresentou ainda), mas esse aqui, meu conhecido, não é. O texto é assunto maior e o sentido me foge. Vem por mim, não é para mim. Não há necessidade que entenda.
Mas essa de fazer porque é divertido estar registrando pensamentos, a melhor aproximação é dançar nu pela sala e sozinho. Tudo aqui é bem real (acabei de escrever, de papelizar esse pensamento, está concreto, quântico pelo menos). Quando ainda na cabeça as idéias não tem existência. É preciso copiar de onde ESTÃO e fazê-las na realidade, "trazê-las à existência" (muita gente boa não saca que é uma metáfora: trazer não está por transportar).
Deve ser por isso a imensa bobagem dos tais arquétipos e toda a confusão filosófica decorrente. É simples assim. mas pode-se compreender que sábios embrulhados em panos ou vestindo barris e que ERAM as estrelas da época (academias, escolas, etc..) quisessem cada um ter uma idéia luminosa e o séquito consequente.Vejo-os inventando coisas, um mais Paulo Coelho que o outro.
Parafraseando Fernando Pessoa: "...o mistério último das coisas / é que elas não tem mistério nenhum..."
Mas essa de fazer porque é divertido estar registrando pensamentos, a melhor aproximação é dançar nu pela sala e sozinho. Tudo aqui é bem real (acabei de escrever, de papelizar esse pensamento, está concreto, quântico pelo menos). Quando ainda na cabeça as idéias não tem existência. É preciso copiar de onde ESTÃO e fazê-las na realidade, "trazê-las à existência" (muita gente boa não saca que é uma metáfora: trazer não está por transportar).
Deve ser por isso a imensa bobagem dos tais arquétipos e toda a confusão filosófica decorrente. É simples assim. mas pode-se compreender que sábios embrulhados em panos ou vestindo barris e que ERAM as estrelas da época (academias, escolas, etc..) quisessem cada um ter uma idéia luminosa e o séquito consequente.Vejo-os inventando coisas, um mais Paulo Coelho que o outro.
Parafraseando Fernando Pessoa: "...o mistério último das coisas / é que elas não tem mistério nenhum..."
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